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Situações em que podemos ver os espíritos

1 de setembro de 2013 | Postado por Márcia Fernandes em Lidando com o Invisível

Você sabe quais são os estados de emancipação da alma? Então, veremos algumas delas!

1. Sono

Nosso sono diário é uma função normal de defesa do organismo físico, pois é através dele que o organismo recupera as energias necessárias para nosso dia a dia.

O sono é a porta que Deus abre para o homem manter o contato mais íntimo com os amigos do plano espiritual, com seus familiares desencarnados, amigos que habitam o plano físico, ou seja, os encarnados.

Assim, segundo a Doutrina Espírita, durante o sono, a vida do corpo cede lugar à vida da alma. A isso pode ser chamado de emancipação da alma, pois o corpo fica inativo e o espírito se desprende e passa a viver a vida espiritual. Nessas horas, o espírito adquire mais consciência, podendo ter visões mais claras, pois os laços fluídicos que os prendem à vida carnal se alongam acompanhando-o aonde for, a qualquer distância, afinal esse laço fluídico somente se rompe com a morte do corpo físico e deixa de absorver e assimilar o fluido vital.

2. Sonho

O Sono é uma introdução para que aconteçam os sonhos os quais poderão ser subconscientes ou reais. Os sonhos do subconsciente são reproduções de ideias e pensamentos, impressões que afetam a mente quando estamos acordados, quadro da imaginação, cristalizações mentais, dando aos sonhos aspectos confusos por falta de coerência e nitidez.

Os sonhos reais são reproduções do que se vê, ouve ou sente, no desprendimento do espírito. A nitidez, clareza, lógica, o colorido são características dos sonhos reais, dependendo tudo da maior ou menor evolução do espírito encarnados. Os espíritos mais elevados podem receber ajuda através dos sonhos, por exemplo: José, pai de Jesus, avisado pelo Anjo do Senhor que lhe disse: “levanta-te e toma o menino e sua mãe e foge para o Egito”.

3. Catalepsia

Derivam do mesmo princípio, significando a perda temporária da sensibilidade do movimento. A catalepsia fica localizada podendo atingir uma parte mais ou menos extensa do corpo, permitindo assim que a inteligência se manifeste livremente, o que faz com que não seja confundida com a morte.

Também pode acontecer algo parecido, chamado de letárgicos em que veem e ouvem o que se diz a sua volta, pois essas faculdades são do espírito que tem consciência do que está acontecendo, mas não podem comunicar-se.

O Evangelho de Jesus registram três casos de letargia: o de Lázaro, o do filho da viúva de Naim e da filha de Jairo. Em todos esses casos, o mestre afirmou que esses personagens não estavam mortos, mas apenas dormiam. Jesus Cristo jamais iria contrariar a lei, fazendo os espíritos dessas pessoas voltarem aos seus corpos.

4. Sonambulismo

No sonambulismo, estado de independência da alma, manifesta-se predominantemente durante o sono. O espírito está na posse total de si, mesmo como se estivesse realmente vivendo no plano espiritual.

O sonambulismo pode ser artificial ou magnético e natural. A diferença é que o primeiro é provocado e o segundo é espontâneo. No primeiro caso, outro espírito se manifesta através do médium sonâmbulo, enquanto no sonambulismo propriamente dito, é o próprio espírito do médium que atua sobre seu corpo, portanto, é anímico.

O sonâmbulo, de uma forma geral, é vidente, porém quem vê é a alma, guardando assim muita relação com o estado evolutivo da alma encarnada.

5. Êxtase

Neste caso, a alma se eleva mais nas manifestações expressivas de sua capacidade, avançando além das possibilidades apresentadas no sonambulismo. A penetração nos mundos superiores torna-se mais exequível e pode acontecer de o extático desejar permanecer neste mundo de felicidade e querer romper os laços que o prendem na terra.
O extático vê e esta vidência é real para ele, mas poderá errar dependendo dos preconceitos e ideias que se acham imbuídos.

6. Dupla vista

Neste caso, o espírito se encontra em liberdade bastante acentuada, embora o corpo não esteja adormecido. É a vista da alma como faculdade, ela é permanente. A dupla vista se desenvolve pelo exercício do trabalho ao próximo que se conduz ao progresso.

Algumas circunstâncias como moléstia, proximidade de um perigo, uma grande comoção, quando o corpo acha-se num estado especial e a emoção provoca uma superexcitação, portanto, isso é o desenvolvimento da dupla vista. É a providência Divina atuando quando um perigo ameaça o homem, dando-lhe os meios de consolá-lo e ajudá-lo.

7. Aparição Noturna

Na Codificação Espírita, os espíritos dizem que o vemos melhor no escuro, do mesmo modo que vemos as estrelas à noite. Não quer dizer que as estrelas não estejam no céu durante o dia, mas a luz do Sol não nos permite a melhor visibilidade.

8. Luz material e luz espiritual

Na Gênese cap. XIV, Kardec coloca que a vista espiritual proporciona percepções especiais porque a alma envolvida por seu perispírito carrega consigo o seu princípio luminoso de acordo com a capacidade evolutiva.

A percepção das coisas não ocorre por meio da luz ordinária ou material que tem focos circunscritos nos corpos luminosos tais como o Sol, por exemplo. Existe uma luz espiritual, uma das propriedades do fluido etéreo através do qual os médiuns videntes enxergam a vida do Plano Espiritual, sem necessidade da luz solar.

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Beijos,

Márcia Fernandes

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